6 de junho de 2007

Uma história (ir)real

Ele nasce. É uma bela criatura. Ele surge e você o vê. Até se orgulha por ele, é perfeito, inclusive para seus devidos fins. Só não lhe chama de "mamãe", até porque é mais velho que você e nenhum vínculo entre vocês dois pode existir, ainda mais sob a vista dos outros.

O tempo passa e, como em uma adolescência, os problemas começam a aparecer. Ele lhe incomoda, mostra coisas sem importância, mas a pressão é tanta que um pequeno grão de arroz (nem todo grão é cereal, mas todo cereal é grão. Lembre-se disso e aproveite as dicas de uma estudante de hotelaria!!) se transforma no Everest. Você tem vontade de matá-lo, mas não pode, não consegue. E, no fundo, a culpa é sua. Sim, é sua, você o fez assim, você o acostumou a fazer o que faz. E você acha que precisa dele. Afinal, às vezes ele é tão útil...

Por isso, eu digo: nunca faça um perfil fake no Orkut. Incomodações inúteis são desnecessárias. E, depois que ele existe, é difícil se desfazer dele...


Ao som da minha tosse e dos 'tec tec tec' dos (agora funcionando) computadores do DIT.

2 comentários:

Carla disse...

Oi miga....
ahahahaha

Esse texto naum eh normal, melhor dizendo eh irreal!!!
hehe

Ricardo disse...

saudade do fake do bis laranja...

[te amo]