20 de agosto de 2007

As coisas como elas são (ou como elas passam a ser)

E a vida continua. Rotina puquiana de volta, sem Nardi pra encher o saco dessa vez. Ainda bem.

As coisas fluem, right? Ao menos é o que eu digo pra meio mundo (menina repetitiva) quando quero dizer algo que não sei bem o que é. Complicado se expressar às vezes. E é como as coisas estão: fluindo, muito bem, por sinal.

Findi perfeito. Decisões decisivas sobre um futuro não muito distante, um futuro abandono de tortura cerebral trabalhística e uma apresentação tardia mais do que necessária. E reações melhores do que eu imaginava.

A sala do DIT tem uma vista bonita. E um computador lento, mas isso é detalhe. E eu, no meio do meu contentamento turístico, ao invés de ficar olhando o pôr-do-sol do Guaíba pela janela, não, fico mexendo na Internet. E tendo pensamentos assim, meio vagos. Tudo está bem, right? Lógico que estão bem. Mas Fabi que é Fabi sempre acha algo pra ficar meio estranha. O que me lembra o papo com a Srta. Belle ontem à noite. Coisas sem noção pra ficar sem noção. E textos escritos sem sentido algum. Enfim, nóia. Só porque eu tenho tendência a ser paranóica com o nada. Porém uma paranóica feliz. Muito feliz.

E um toque no celular que acalma tudo. E tudo flui.

E eu vou descer daqui do 10º andar de uma vez.

Sem ouvir nada na SETUR. Só em casa, com um monte de coisas novas a ouvir ainda.

1 comentários:

belle disse...

Só porque eu tenho tendência a ser paranóica com o nada. Porém uma paranóica feliz. Muito feliz.

Bem-vinda ao clube [21]

xD