24 de setembro de 2007

Tempo

"Ele pensa que a vida ficou pra trás
Então finge que nem liga, que tanto faz
Ou não, ou não, a vida é como um gás
Só um sopro, só um vento, nada mais

E o ar que já lhe passou pelos pulmões
De tão velho já quer ir descansar
Daqui pro futuro falta só um piscar
Que é pro tempo não mais nos enganar

Ele agora vê que o tempo é uma ilusão
E o passado são as linhas em suas mãos
Ou não, ou não, a vida é muito mais
Que os dias, que os deuses, que jornais

E o ar que já lhe passou pelos pulmões
De tão velho já quer ir descansar
Daqui pro futuro falta só um piscar
Que é pro tempo não mais nos enganar

Ou não, ou não, a vida é como um gás
Só um sopro, só um vento, nada mais"

A Verdade Sobre o Tempo - Pato Fu

A música é perfeita pras minhas filosofias atuais. E também serve de gancho pra dizer que não pude ir no show do Pato Fu. Maaas enfim, outros virão. É tudo uma questão de tempo.


Ouvindo - logicamente - a música que tá aí no link.

19 de setembro de 2007

O que ia ser escrito

"Faço uma faculdade em que a tal da 'hospitalidade' é citada freqüentemente como um fator essencial na 'nossa' profissão. Mas eu vejo que, na prática, não funciona bem assim."

Esse era o começo de um texto que eu ia postar aqui. Daí escrevi, escrevi, botei todas as minhas decepções com meia dúzia (meia dúzia, seis, saca?) de gente e blá blá blá. E desisti. Não tem necessidade isso...

É melhor falar que é muito bom estar bem. Que com todos os motivos do mundo pra estar e se sentir insegura e desprotegida, eu me sinto muito mais do que segura e mais protegida ainda.

É o que importa. O resto é conseqüência.

6 de setembro de 2007

Filosofias Teunenses II - A falta de ter o que ouvir

Dentro de um ônibus levemente lotado, com sono, indo pra uma aula inútil. O que resta fazer? Ouvir alguma coisa no fone de ouvido.

Estação 1:
Rihanna - Umbrella
"Under my umbrella, ella, ella, ê, ê, ê, ê, êê!"

Não, não...

Estação 2:
"Bom dia, meu amiguinho Gustavo B. Rock!!"

Amiguinho?! Bãi...

Estação 3:
Akon - Don't Matter
"Nobody wanna see us togeeeether..."

Por que diabos eu ainda tenho Jovem Pan na memória do celular???

Estação 4:
"Você tem vontade de ir pra Austrália? Conhecer os australianos, ver canguru e ainda de quebra pegar uma onda, não é verdade?"

Não. Não é verdade.

Estação 5:
"Chegou Bolla palitos de dente mentolados!"

Hã?! Puuuuutz...

Estação 6:
shssishsiizjijizhs (também conhecido como 'chiado')

Estação 7:
zzzhzhsizjjsszsjjssiiiishsh (outro tipo de chiado)

Estação 8:
Interferência com duas rádios.


É, não dá.

E isso acontece todos os dias. Que bosta.


Ouvindo Bauhaus Today - Luisa Mandou um Beijo.

29 de agosto de 2007

Sobre o que interessa (ou não)

Música I - Conhecimento de causa*

Acho que a única coisa que eu tenho mesmo um conhecimento bacana quando se trata de música é Legião Urbana. Datas, músicas de cada cd, lançamentos, estilos, épocas, letras, blá, blá, blá blá blá... Acho que é a única banda que eu me sinto confiante a falar. Mas né, não que eu vá sair por aí falando.

Música, não é de hoje, é meu mundo. Ou faz parte "bem muito significativa" nele. Mas o estranho é que das outras (trocentas) bandas que eu curto, nenhuma eu sei tanto sobre ela como acontece com a Legião. E nem consigo eleger uma banda predileta que esteja em atividade, nem nacional, nem internacional.

E daí?

Pretendo escrever mais pro fim do ano alguns posts sobre o que ouvi esse ano (e desse ano), tipo uns três ou nove cds por post, com faixas que eu gostei (umas três, talvez), nome do cd, banda e breve definição pela minha mente estranha; o que vai dar uns 10, 12, 14 posts. Que ninguém vai dar bola, lógico. Mas enfim...


Música II - Alguém me dá um HD?*

Música comanda a cena faz um bom tempo. Quem lê isso pode até pensar: "ah, claro, faz sentido ela ter se tornado uma viciada em música também", mas nãão, não é bem assim. Eu acabo sempre achando mais fascinados/viciados em música ao meu redor. Mas a realidade é que o cara branquelo que fica em cima da minha mesa, com seus respectivos monitor, teclado e caixas de som, é um cara que chegou ano passado e que tem míseros 40 Gb de memória, que está se esgotando, por sinal. Tanto que esses dias nem desligar ele queria, porque tava com 80% cheio. Enfim, com 9,56 Gb liberados agora, nem metade do que eu queria está lá dentro. Eu não tenho tudo que eu gosto de ouvir ali. E preciso organizar o que eu tenho. Ok, Legião e Beatles estão ali, mas e o resto? Falta Jet, falta The Kooks, Yeah Yeah Yeahs, Audioslave, Nando Reis... Enfim, não tenho espaço. Nem ADSL.

Tenho uma pá de coisas pra ouvir ainda. E elegi 'Tudo Vai Ficar Bem' como a favorita do novo cd do Pato Fu, na sexta passada (assim como 'Ever Present Past' -"tio" Paul!-, 'Você me faz Continuar', 'I Won't Go Home Without You' e 'Freedom' até então. O resto segue na dúvida).


*Coisas que escrevi na agenda, na tal famosa hora que eu tô louca de sono e que os pensamentos fluem, mas o computador já tá desligado. Devaneios, pra variar. E chega né, falar de música é bem mais legal. Sem paranóias, não mais, não aqui, nem em lugar algum. =]

20 de agosto de 2007

As coisas como elas são (ou como elas passam a ser)

E a vida continua. Rotina puquiana de volta, sem Nardi pra encher o saco dessa vez. Ainda bem.

As coisas fluem, right? Ao menos é o que eu digo pra meio mundo (menina repetitiva) quando quero dizer algo que não sei bem o que é. Complicado se expressar às vezes. E é como as coisas estão: fluindo, muito bem, por sinal.

Findi perfeito. Decisões decisivas sobre um futuro não muito distante, um futuro abandono de tortura cerebral trabalhística e uma apresentação tardia mais do que necessária. E reações melhores do que eu imaginava.

A sala do DIT tem uma vista bonita. E um computador lento, mas isso é detalhe. E eu, no meio do meu contentamento turístico, ao invés de ficar olhando o pôr-do-sol do Guaíba pela janela, não, fico mexendo na Internet. E tendo pensamentos assim, meio vagos. Tudo está bem, right? Lógico que estão bem. Mas Fabi que é Fabi sempre acha algo pra ficar meio estranha. O que me lembra o papo com a Srta. Belle ontem à noite. Coisas sem noção pra ficar sem noção. E textos escritos sem sentido algum. Enfim, nóia. Só porque eu tenho tendência a ser paranóica com o nada. Porém uma paranóica feliz. Muito feliz.

E um toque no celular que acalma tudo. E tudo flui.

E eu vou descer daqui do 10º andar de uma vez.

Sem ouvir nada na SETUR. Só em casa, com um monte de coisas novas a ouvir ainda.

12 de agosto de 2007

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Outdoor no centro de Porto Alegre e na BR 116:


Porque o mundo da publicidade também está perdido.

Socorro!