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30 de julho de 2008

... Oi?

Pois é. Eu sumi, eu sei. A tal historinha de me matricular em 11 cadeiras no semestre que passou foi realmente uma loucura, que resultou em uma Fabiana definitivamente sem tempo para nada. Praticamente não vivi desde o último post até o início das férias (o que, oficialmente, foi no dia 14 de julho), uma montanha de trabalhos, eventos, relatórios, ofícios, temas de TCC e afins caiu em cima da minha cabeça, e pra sair de lá de baixo foi complicado. Então o Bologui ficou um tanto de lado. E eu devo ter perdido a meia dúzia de pseudo-leitores que eu tinha.

Mas enfim. Acumulei muita coisa que eu queria ter escrito aqui. Talvez agora eu vá atualizando aos poucos. Ou não, sem muitos planos dessa vez.

O que interessa agora é que só tem uma coisa pulsando dentro do meu cérebro e que está me deixando ansiosa, cada vez mais: (Não, não é a formatura, nem o último semestre)

Eu vou na peça de teatro sobre a vida do Renato Russo. E isso é em menos de uma semana.

Até lá, eu surto.

18 de fevereiro de 2008

Enfim, 2008

Pois é, talvez esse enfim aí esteja um pouquinho atrasado...

Bueno, a moça aqui está na praia, pegando uma pseudo-corzinha. E, na volta para o lar-doce-lar, vou postar (junto com o Rick) diversas fotinhos bacanas de, ahm, "pérolas" de Cidreira Beach.

Até lá, boas férias!

(E uma novidade pra volta. Aguarde - ou não.)

12 de dezembro de 2007

In Rainbows


Dããã. Isso que dá olhar Globo Reporter: descobre-se a existência do Periquito Arco-Íris. =P

Pois é, um post pra dizer que tô viva, vivíssima. Pra dizer que eu escreverei mais seguido e que antes do fim do ano o post (quase pronto) sobre música ainda sai. E o post dedicado pras gurias (pseudo-família de netas e filhas e genras) também.

Que muitas coisas vão mudar, creio eu. Voltarei eu para o tédio sem remédio dos dias sem grana pra nada. Ou não. Se bem que não tá muito longe disso.

Que, em breve, muito breve, ali no canto superior surgirá mais um link. Ou sim.

Que eu preciso descansar, coisa que eu ainda não consegui. E preciso voltar à vida e ver as pessoas que, durante os últimos meses, muitas vezes já me ouviram dizer que eu ia dar um jeito. Acho que dessa vez eu consigo.

... Ou seja: um post pra absolutamente nada. Só pra dar um olá. Olááá!! \o.

Ouvindo Quem Não Sou - Pato Fu. Não, sem mensagens subliminares por aqui. Não hoje. =P

29 de outubro de 2007

Caminhos verdes do Bologui

Não, o título não tem nada a ver com nada. Estava eu aqui, pensando em um título pro post e, na sala ao lado, alguém disse "Caminhos verdes da serra". Como eu tava pensando em rumos e afins, foi esse mesmo. Afinal, esse é o lugar de escrever devaneios, e devaneios não precisam fazer sentido... Saca?

Enfim... Tudo isso pra dizer que eu não sei mais o que fazer desse blog. Na realidade, o que eu pretendia fazer (falar sobre os cds que eu ouvi nesse ano, coisa que eu realmente gosto) eu me sinto um tanto insegura pra colocar aqui. Ou não. Tudo é uma questão de inspiração e de modem novo no meu computador.

Em suma (encarnando meu pai), hora de atualizar. Próximo post, os primeiros cds desse ano que eu ouvi, com toda a parafernália que eu já comentei aqui. E acho que vou aproveitar meu ano culturalmente rico e comentar com meu cérebro doente. Ou não. Bem, daí eu explico, espero estar mais inspirada até lá.

Ouvindo meu cérebro. Nele toca One, Two, Three, Four - Feist. =P

4 de outubro de 2007

De lá de baixo

(Do céu ao inferno em apenas um post! É só aqui, no Bologui da Fabi!)

...porque eu cansei. Porque eu enchi. Por cinco minutos, apenas cinco minutos, eu desci e me achei má demais. Achei que tava sendo cruel e, aham, senti aquela coisa que não se deve sentir: pena. Achei que eu tinha uma pequena parcela de culpa, e fiquei um pouquinho ruim. Um pouquinho. Só um pouquinho.

Mas não. Caminhando e botando minhas idéias no lugar, eu percebi que não. Eu sou esse pouco cruel, esse pouco insensível, esse "mais Taís do que Paula". E eu cansei de gente idiota, de gente que se faz de vítima, de gente imatura e de gente que só procura quando há interesse.

(momento para a pergunta do leitor: que que deu na Fabi?)

Voltei de lá de baixo um tanto revoltada, com os outros e comigo mesma. O que pensam sobre mim não importa, se eu sou má influência e afins. E eu não tenho pena. Não de quem poderia fazer pior, se tivesse oportunidade.

(Modo 'Fabi du Mal From Hell' on. Só pra constar. É que eu cansei de ter a vida bisbilhotada também, então fica a mensagem...)

Ouvindo Karma Police - Radiohead.

P.S.¹: Saudade do Quarteto como um todo...
P.S.²: Sim, eu continuo bem e feliz e faceira e pulante e boba. Até demais, por sinal... Mas né, são os momentos revoltados da garota aqui. =]

1 de outubro de 2007

De lá de cima

Eu já conhecia aqueles lados, mas conheci mesmo, assim, minuciosamente, nesse findi. É um lugar muito bacana, onde o sol brilha mais forte (talvez porque seja fim de setembro/início de outubro), os dias são perfeitos, se escutam frases loucas em francês e existem ônibus com bancos que se fecham quando se levanta deles. E tem travesseiros macios, para adormecer abraçando-os. E uma bela trilha sonora: Rodolfo (cd novo do Fito Paez). Quem me levou foi um anjo, um anjo muito bonito com olhos de um castanho claro beirando a cor-de-mel, também muito bonitos, que eu fico embevecida de tão bonitos que são.

Fui pro céu e voltei inúmeras vezes nesses dias. Numa dessas voltas eu me deparei com esse mundo bobo daqui de baixo, e isso não foi muito legal. Mas passou, como tudo passa, como tudo flui. E daí eu voltei pra lá.

Voltei na noite de um dia de domingo. E lá tinha Nico Nicolaiewsky tocando "Feito um Picolé no Sol" em um piano de cauda. E um abraço. E um beijo. E um 'te amo' ao pé do ouvido. E lustres, galerias, tapetes vermelhos. E um casal simpático que doou R$ 1,00 para o anjo de olhos bonitos fazer uma bela aquisição, que resultou em um cd comprado e uma caminhada pulante pelo centro de Porto Alegre às nove e meia da noite.

Eu não queria mais voltar de lá. Mas as coisas são do jeito que são, e eu tive que voltar do céu. E agora estou aqui em um efeito pós-celestial, ainda anestesiada, ainda feliz, ainda sorrindo feito boba, como nos últimos quase sete meses. E não pretendo sair desse estado tão cedo.

Ouvindo Feito um Picolé no Sol - Nico Nicolaiewsky. Esse cara é um gênio e o show de lançamento do novo cd, no Teatro São Pedro, foi uma obra...

24 de setembro de 2007

Tempo

"Ele pensa que a vida ficou pra trás
Então finge que nem liga, que tanto faz
Ou não, ou não, a vida é como um gás
Só um sopro, só um vento, nada mais

E o ar que já lhe passou pelos pulmões
De tão velho já quer ir descansar
Daqui pro futuro falta só um piscar
Que é pro tempo não mais nos enganar

Ele agora vê que o tempo é uma ilusão
E o passado são as linhas em suas mãos
Ou não, ou não, a vida é muito mais
Que os dias, que os deuses, que jornais

E o ar que já lhe passou pelos pulmões
De tão velho já quer ir descansar
Daqui pro futuro falta só um piscar
Que é pro tempo não mais nos enganar

Ou não, ou não, a vida é como um gás
Só um sopro, só um vento, nada mais"

A Verdade Sobre o Tempo - Pato Fu

A música é perfeita pras minhas filosofias atuais. E também serve de gancho pra dizer que não pude ir no show do Pato Fu. Maaas enfim, outros virão. É tudo uma questão de tempo.


Ouvindo - logicamente - a música que tá aí no link.

29 de agosto de 2007

Sobre o que interessa (ou não)

Música I - Conhecimento de causa*

Acho que a única coisa que eu tenho mesmo um conhecimento bacana quando se trata de música é Legião Urbana. Datas, músicas de cada cd, lançamentos, estilos, épocas, letras, blá, blá, blá blá blá... Acho que é a única banda que eu me sinto confiante a falar. Mas né, não que eu vá sair por aí falando.

Música, não é de hoje, é meu mundo. Ou faz parte "bem muito significativa" nele. Mas o estranho é que das outras (trocentas) bandas que eu curto, nenhuma eu sei tanto sobre ela como acontece com a Legião. E nem consigo eleger uma banda predileta que esteja em atividade, nem nacional, nem internacional.

E daí?

Pretendo escrever mais pro fim do ano alguns posts sobre o que ouvi esse ano (e desse ano), tipo uns três ou nove cds por post, com faixas que eu gostei (umas três, talvez), nome do cd, banda e breve definição pela minha mente estranha; o que vai dar uns 10, 12, 14 posts. Que ninguém vai dar bola, lógico. Mas enfim...


Música II - Alguém me dá um HD?*

Música comanda a cena faz um bom tempo. Quem lê isso pode até pensar: "ah, claro, faz sentido ela ter se tornado uma viciada em música também", mas nãão, não é bem assim. Eu acabo sempre achando mais fascinados/viciados em música ao meu redor. Mas a realidade é que o cara branquelo que fica em cima da minha mesa, com seus respectivos monitor, teclado e caixas de som, é um cara que chegou ano passado e que tem míseros 40 Gb de memória, que está se esgotando, por sinal. Tanto que esses dias nem desligar ele queria, porque tava com 80% cheio. Enfim, com 9,56 Gb liberados agora, nem metade do que eu queria está lá dentro. Eu não tenho tudo que eu gosto de ouvir ali. E preciso organizar o que eu tenho. Ok, Legião e Beatles estão ali, mas e o resto? Falta Jet, falta The Kooks, Yeah Yeah Yeahs, Audioslave, Nando Reis... Enfim, não tenho espaço. Nem ADSL.

Tenho uma pá de coisas pra ouvir ainda. E elegi 'Tudo Vai Ficar Bem' como a favorita do novo cd do Pato Fu, na sexta passada (assim como 'Ever Present Past' -"tio" Paul!-, 'Você me faz Continuar', 'I Won't Go Home Without You' e 'Freedom' até então. O resto segue na dúvida).


*Coisas que escrevi na agenda, na tal famosa hora que eu tô louca de sono e que os pensamentos fluem, mas o computador já tá desligado. Devaneios, pra variar. E chega né, falar de música é bem mais legal. Sem paranóias, não mais, não aqui, nem em lugar algum. =]

20 de agosto de 2007

As coisas como elas são (ou como elas passam a ser)

E a vida continua. Rotina puquiana de volta, sem Nardi pra encher o saco dessa vez. Ainda bem.

As coisas fluem, right? Ao menos é o que eu digo pra meio mundo (menina repetitiva) quando quero dizer algo que não sei bem o que é. Complicado se expressar às vezes. E é como as coisas estão: fluindo, muito bem, por sinal.

Findi perfeito. Decisões decisivas sobre um futuro não muito distante, um futuro abandono de tortura cerebral trabalhística e uma apresentação tardia mais do que necessária. E reações melhores do que eu imaginava.

A sala do DIT tem uma vista bonita. E um computador lento, mas isso é detalhe. E eu, no meio do meu contentamento turístico, ao invés de ficar olhando o pôr-do-sol do Guaíba pela janela, não, fico mexendo na Internet. E tendo pensamentos assim, meio vagos. Tudo está bem, right? Lógico que estão bem. Mas Fabi que é Fabi sempre acha algo pra ficar meio estranha. O que me lembra o papo com a Srta. Belle ontem à noite. Coisas sem noção pra ficar sem noção. E textos escritos sem sentido algum. Enfim, nóia. Só porque eu tenho tendência a ser paranóica com o nada. Porém uma paranóica feliz. Muito feliz.

E um toque no celular que acalma tudo. E tudo flui.

E eu vou descer daqui do 10º andar de uma vez.

Sem ouvir nada na SETUR. Só em casa, com um monte de coisas novas a ouvir ainda.

22 de julho de 2007

Acho que era julho...

(Aviso aos navegantes internéticos: esse é um post meio nhé. Quem não estiver com saco de ler um pedaço das minhas crises psicóticas, tem o direito de dar meia volta, right?)

Acho que férias era tudo o que eu precisava e tudo o que eu não queria. Ok, ok, eu tinha que descansar, eu tava ficando louca (mais do que o normal) e a crise-de-fim-de-semestre dessa vez foi grande. Mas férias também não me fizeram tão bem quanto eu (não) esperava. Ao menos em parte.

Fazia tempo que eu não ficava assim, tanto tempo sozinha no meu quarto, sem ninguém pra conversar até altas horas, só ouvindo música e deu. O bom é que agora é diferente porque eu tô feliz. Só que ficar sozinha me dá saudade e me faz pensar demais, e sentir saudade não é legal, muito menos deixar o meu cérebro pensar sozinho.

O tão famoso Dia do Amigo passou. Do meu "círculo de amizades", eu só ouvi a voz de duas pessoas, sendo que um deles é o meu namorado. E nas madrugadas aqui parada, eu senti falta das pessoas que me entendem, que sabem lidar com as minhas crises existenciais sem sentido que aparecem de vez em quando (geralmente quando tô de férias). Pessoas que não mais me leem. Pessoas que eu não as leio mais. Pessoas que não mais as vejo. Pessoas com as quais eu me preocupo e eventualmente é que tenho notícia delas. Pessoas que certamente nem lerão o que estou escrevendo aqui.

Saudade daquela gente que sentava na frente da igreja depois da aula, ou na árvore, ou que parava no meio do pátio em pleno verão, torrando no sol pra ser do contra. Das conversas ao vivo, e não por MSN. De conviver mais com aquelas pessoas que sabem quem são.

E ao mesmo tempo, dá vontade de apagar um monte de coisas que aconteceram na vida sem necessidade nenhuma de terem existido. Vai entender...

O que importa é que eu estou feliz. Chega a ser estranho, mas é tão bom... E não adianta, dispositivos cerebrais, desistam de me atucanar!

Felicidade. Quase vinte semanas de felicidade comprovada.

E esperando o show do Nico Nicolaiewsky na quarta!

Ouvindo In The End - Linkin Park. E Radiohead, Nenhum de Nós, Coldplay e Nirvana - porque eu não faço muito sentido nessas horas...

5 de julho de 2007

Filosofias Teunenses I - Os Esquimós

Hã?

Dicionário da Fabi - Letra T

Teunense= Derivado de "T1", linha de ônibus da Carris, que eu pego todo dia pra ir pro trabalho e que o Tuta pega pra ir pra casa e pra PUC. Isso quando ele não dorme no meio do caminho e acorda no Iguatemi.
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Indo pro trabalho esses dias, em um ônibus que tava entulhado de gente, mais do que o normal, eu comecei a reparar nas pessoas. Por enquanto, nenhuma novidade e nenhuma anormalidade. Até que, no banco da frente do meu, vi que duas gurias estavam com o mesmo modelo de casaco. (moda é foda) Daqueles que tem pelinhos em volta de um capuz, que geralmente serve de enfeite.

Aí começou a filosofia: qual é o objetivo de um capuz cheio de pelinhos se ninguém o usa? Uma jaquela impermeável com capuz de enfeite? Até então, nunca tinha visto alguém andando por aí com o tal do capuz enfiado na cabeça, com exceção de uma guria na PUC ("Olha, um esquimó na Famecos!") que tomava seu café cedo da matina.

E eu não tenho uma jaqueta de esquimó.

Bem, e também não sinto falta nenhuma de ter uma jaqueta de esquimó pra andar no inverno porto-alegrense. Mas cheguei à seguinte conclusão: se eu tivesse a tal da jaqueta de esquimó, com seu respectivo capuz de pelinhos na borda, eu andaria sempre com o capuz na cabeça. Iria pra faculdade, pegaria ônibus, tomaria café, faria prova, trabalharia, namoraria, iria ao supermercado (mesmo que eu não vá), tudo, absolutamente tudo, com o capuz na cabeça, parecendo um esquimó andando por aí.

Nesse dia eu cheguei na Setur e encontrei o Bichinho com uma jaqueta branca de esquiar (é, tava frio) com esses pelinhos no capuz. E a Ana também. E milhares de pessoas depois disso já passaram por mim, algumas até com o capuz pra proteger a chapinha da garoa.

Os esquimós estão invadindo Porto Alegre.

Estranho isso.

(Post totalmente psicodélico. O post nº 6... Enfim, só esperando a agenda de shows que eu não vou ter money pra ir em todos que eu quero do mês!! \o/)

6 de junho de 2007

Uma história (ir)real

Ele nasce. É uma bela criatura. Ele surge e você o vê. Até se orgulha por ele, é perfeito, inclusive para seus devidos fins. Só não lhe chama de "mamãe", até porque é mais velho que você e nenhum vínculo entre vocês dois pode existir, ainda mais sob a vista dos outros.

O tempo passa e, como em uma adolescência, os problemas começam a aparecer. Ele lhe incomoda, mostra coisas sem importância, mas a pressão é tanta que um pequeno grão de arroz (nem todo grão é cereal, mas todo cereal é grão. Lembre-se disso e aproveite as dicas de uma estudante de hotelaria!!) se transforma no Everest. Você tem vontade de matá-lo, mas não pode, não consegue. E, no fundo, a culpa é sua. Sim, é sua, você o fez assim, você o acostumou a fazer o que faz. E você acha que precisa dele. Afinal, às vezes ele é tão útil...

Por isso, eu digo: nunca faça um perfil fake no Orkut. Incomodações inúteis são desnecessárias. E, depois que ele existe, é difícil se desfazer dele...


Ao som da minha tosse e dos 'tec tec tec' dos (agora funcionando) computadores do DIT.

3 de junho de 2007

O nada que leva ao nada

O que leva uma pessoa a fazer dois blogs?
As coisas não necessariamente têm que fazer sentido, ter explicações. Ao menos quando é relacionado aos meus leves devaneios.
Foi assim com as agendas da 'Pucris': primeiro ganhei uma, depois me deram outra. Duas agendas pra uma pessoa sem muitos compromissos de lotar agenda. E alguns dos meus devaneios foram parar em uma delas, enquanto a outra está ali, esquecida num canto, esperando a hora em que eu me decida a me mexer pra escrever nela. Agora dois "bologui's".
O mesmo aconteceria com esses blogs? Não sei. Na realidade, nem eu sei pra quê tudo isso, mas assim é mais divertido, ou não... =P

É esperar pra ver.
Ou não também.


Ouvindo Eight Days a Week - The Beatles.